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Biblioteca Comunitária AMA-ME recebe 200 crianças em ações de incentivo à leitura

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A Biblioteca Comunitária AMA-ME de Ipuã, sob a responsabilidade de Maria Laura Ferro, abriu suas portas para duas visitas escolares em 2026, reunindo 200 crianças em atividades de incentivo à leitura. As ações tiveram como objetivo apresentar às turmas o universo da biblioteca, despertar o interesse pelos livros e mostrar que a leitura pode ser uma experiência prazerosa e transformadora.

A primeira visitação aconteceu em 11 de maio de 2026, com a creche Casa da Criança Armanda Malvina de Mendonça. Participaram as turmas Maternal 1 A, Maternal 2 A e Maternal Multisseriada, num total de 75 crianças, nos períodos da manhã e da tarde. Durante a atividade, os alunos conheceram o espaço, exploraram o acervo e receberam orientações sobre as condições e o funcionamento do empréstimo de livros.

Já em 13 de agosto de 2026, foi a vez da unidade escolar CEPEM Professora Eleusa Marli Tavares Silva, que visitou a biblioteca no período da tarde. A ação contou com a participação de 125 crianças, acompanhadas de seus professores responsáveis, em um encontro marcado por curiosidade, interação e encantamento.

Para além do contato com os livros, as visitações proporcionaram às crianças a descoberta de um espaço de convivência e conhecimento — e a compreensão de que a leitura pode fazer parte da rotina de forma leve e divertida.

Com essas ações, a Biblioteca Comunitária AMA-ME reafirma seu compromisso com a promoção da leitura, da educação e do acesso à cultura, fortalecendo a importância dos livros no desenvolvimento infantil e na formação de novos leitores.

 

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As Experiências Literárias de junho engajaram leitores nas Bibliotecas do IORM em quatro cidades

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Durante o mês de junho, as bibliotecas do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM) transformaram o ato de ler em uma vivência prática, sensorial e coletiva. A programação das Oficinas de Literatura levou crianças e jovens das cidades de Guaíra, Ipuã, Miguelópolis e Orlândia a explorarem o universo textual em todas as suas frentes — desde as primeiras descobertas das letras do alfabeto até a análise crítica dos gêneros e subgêneros narrativos.

Concebidas e estruturadas pela bibliotecária consultora Maria das Graças Garcia, as atividades foram conduzidas no dia a dia pelas responsáveis de cada unidade.

Guaíra: A Evolução dos Contos na Biblioteca Energia do Conhecimento

Na Biblioteca Comunitária Energia do Conhecimento, as oficinas abordaram as transformações da narrativa curta ao longo do tempo. As atividades começaram com os tradicionais contos de fadas — narrativas que entrelaçam realidade e fantasia e cujos primeiros registros escritos remontam aos séculos XVII e XVIII, compondo a base do imaginário infantil a partir de registros de autores como Giambattista Basile, Charles Perrault, Jeanne-Marie LePrince de Beaumont e os Irmãos Grimm.

Ao discutir temas como superação, afeto e valorização da beleza interior, os alunos assistiram ao vídeo O que são contos de fadas e participaram do “Baú do Improviso”, uma dinâmica em que utilizaram tecidos e adereços para caracterizar os personagens das histórias lidas.

Em um segundo momento, a biblioteca introduziu o conceito de conto moderno. O público investigou obras que reescrevem o clássico “felizes para sempre”, humanizando personagens e propondo reflexões atuais sobre igualdade e diversidade. “Após assistirem ao vídeo explicativo Conto Moderno e explorarem o acervo selecionado, as crianças participaram da atividade “Finais diferentes dos contos clássicos”, utilizando uma placa interativa para reescrever e apresentar novos desfechos para as obras.”, destaca Elizabeth Nascimento, responsável pela Biblioteca.

Ipuã: Desmistificando gêneros na Biblioteca Comunitária AMA-Me

Em Ipuã, a programação da Biblioteca Comunitária Armanda Malvina Mendonça – AMA-Me dividiu-se entre a estrutura do conto e a compreensão real do termo romance. Nas oficinas sobre o conto, os participantes acompanharam recursos visuais e slides explicando a arquitetura dessa forma narrativa: texto curto, número reduzido de personagens e foco em um único conflito central. “As mesas de leitura foram organizadas por faixas etárias, reunindo obras que iam desde os clássicos infantis até títulos da literatura nacional e universal, como O Alienista (Machado de Assis), A Estranha Máquina Extraviada (José J. Veiga) e O Assassinato e Outras Histórias (Anton Tchekhov).”, conta Maria Laura Ferro responsável pela Biblioteca.

Para fixar o aprendizado, os alunos participaram do jogo “Acerte o Conto e Ganhe um Ponto”. Após observarem os títulos expostos nas mesas, os livros foram cobertos com um pano, e as equipes competiram para lembrar a maior quantidade de obras ocultas, recebendo doces ao final do desafio.

Em seguida, a oficina abordou o gênero romance. Para desconstruir a associação imediata da palavra ao universo amoroso, cada participante recebeu um recorte de papel em formato de coração e foi questionado sobre o significado daquela forma. A partir dessa provocação, a equipe explicou que romance, na literatura, refere-se a uma narrativa longa escrita em prosa, delimitada por tempo, espaço, personagens e ponto de vista.

O acervo apresentado destacou livros como Dom Quixote, O Diário de Anne Frank, O Pequeno Príncipe, A Árvore Generosa e O Meu Pé de Laranja Lima. Após assistirem ao trailer da adaptação cinematográfica de O Meu Pé de Laranja Lima, os alunos desenvolveram e pintaram capas ilustradas para o livro, encerrando o encontro com uma exposição dos trabalhos produzidos.

Miguelópolis: Gêneros Literários no papel e no espaço

Na Biblioteca Municipal Dr. Carlos Antônio de Almeida Covas, no Polo de Miguelópolis, o aprendizado teórica e visualmente estruturado orientou as oficinas. Os estudantes assistiram ao vídeo informativo Como aprender os Gêneros Literários e realizaram a leitura voluntária dos conceitos dispostos em um Banner Acadêmico, identificando as diferenças entre os gêneros Narrativo, Lírico e Dramático.

A aplicação prática aconteceu de forma colaborativa: um grande rolo de papel Kraft foi estendido pelo chão da biblioteca, e cada aluno pôde registrar os nomes e conceitos dos três gêneros literários utilizando tintas e materiais coloridos. “O painel finalizado foi pendurado na própria Biblioteca, servindo como registro de aprendizado e consulta para os demais frequentadores do espaço.”, informa Bruna Sabino, responsável pela Biblioteca.

Orlândia: A palavra no prato e no corpo na Biblioteca Castelo de Ideias

A Biblioteca Comunitária Castelo de Ideias recebeu os alunos de Orlândia com dinâmicas que conectaram a alfabetização à expressão corporal e à vivência familiar. O ciclo começou com um questionário diagnóstico individual para identificar o nível de leitura dos participantes e rastrear eventuais dificuldades de aprendizagem, linguagem ou quadros como a dislexia.

Após assistirem ao vídeo Como surgiu o alfabeto e registrarem letras individuais em cartolinas, os alunos receberam pacotes de macarrão para sopa em formato de letrinhas. Gislene Felix Razanauska, responsável pela Biblioteca recém-inaugurada conta que “a proposta orientava que as crianças levassem o alimento para casa e preparassem a refeição junto com suas famílias, brincando de formar palavras no prato e concretizando, de forma lúdica, a assimilação da linguagem escrita.

A etapa seguinte uniu a literatura à dança contemporânea. Em uma parceria entre a responsável pela biblioteca e a professora de dança Raíssa Sousa Reis, os participantes utilizaram uma tabela de “alfabeto corporal”. Explorando a postura e a flexibilidade do movimento, os alunos trabalharam em grupo para desenhar, com os próprios corpos no espaço, as formas das letras que compõem as palavras “balé” e “dança”.

“A literatura só cumpre seu papel quando deixa de ser uma teoria distante e se transforma em experiência concreta na vida de quem lê. Quando a criança desenha uma capa, reescreve um final ou usa o próprio corpo para formar uma palavra, ela deixa de ser mera espectadora e passa a se reconhecer como sujeito da sua própria história.”, finaliza a bibliotecária consultora do IORM Maria das Graças Garcia.

A iniciativa integra as ações do Projeto IORM Cultural 2026 – PRONAC 25975

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IORM lança Projeto “Bibliotecas Vivas” em plataforma internacional para expandir acesso à leitura

IORM – Biblioteca Vivas

O Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM) anuncia o lançamento de sua campanha global na plataforma GlobalGiving. O projeto “Bibliotecas Vivas: Cada Livro, uma Nova História” tem como meta a arrecadação de 3 mil dólares para a renovação e ampliação do acervo de suas unidades, transformando bibliotecas em centros dinâmicos de conhecimento e inclusão social.

O IORM mantém espaços de leitura que são verdadeiros refúgios culturais em quatro cidades. A nova campanha busca sensibilizar doadores, inclusive internacionais, sobre a importância de fortalecer as habilidades leitoras nas novas gerações.

“Cada livro adquirido passa por muitas mãos, nutrindo a imaginação, o pensamento crítico e o amor pelo aprendizado”, destaca o Gerente Executivo do IORM, Rafael Albuquerque Braghiroli. “Nossa missão é garantir que esses espaços continuem vibrantes, oferecendo oportunidades reais de desenvolvimento por meio da literatura.”

A Força de uma Rede de Leitura

Os recursos captados serão destinados à aquisição de novos títulos para a rede de bibliotecas que o Instituto mantém em seus Núcleos Culturais, que hoje conta com:

  • ⁠Biblioteca Energia do Conhecimento (Guaíra): Unidade modelo e coração do fomento à leitura na região. (Av. José Cavenaghe, 1.355).
  • Biblioteca AMA-Me (Ipuã): Inaugurada em 2023, um tributo à Armanda Malvina Mendonça e polo cultural do centro da cidade. (Rua General Osório, 617).
  • ⁠Núcleo Cultural de Miguelópolis: Espaço essencial para o engajamento comunitário local. (Av. José Espírito Santo Tanajura, 175).
  • ⁠O Futuro em Orlândia: O projeto também prevê o suporte para a futura biblioteca no histórico Castelinho (Núcleo Cultural de Orlândia), que em breve abrirá suas portas como novo equipamento cultural do IORM.

Como Contribuir

As doações são fundamentais para que o IORM continue rompendo barreiras geográficas e sociais. Com contribuições a partir de 18 dólares, qualquer pessoa pode se tornar um padrinho desse projeto e ajudar a escrever o futuro dos jovens leitores. As doações podem ser feitas de forma segura diretamente pelo link da campanha: 👉 Doe aqui: Projeto Bibliotecas Vivas – GlobalGiving

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IORM promove Jornada de aprendizado sobre Gênero Narrativo em oficinas na Biblioteca AMA-ME

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O Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM) promoveu, durante os meses de maio e junho, uma imersão no universo da literatura na Biblioteca Comunitária Armanda Malvina Mendonça – AMA-Me, em Ipuã. As Oficinas de Literatura de 2025 proporcionaram aos alunos ferramentas essenciais para a compreensão do gênero narrativo.

A jornada, conduzida pela responsável pela biblioteca, Maria Laura Ferro, foi aberta em maio com o estudo do narrador e seus três tipos: narrador-personagem, narrador onisciente e narrador observador. Por meio de vídeo explicativo e de trechos de obras clássicas como “O Pequeno Príncipe”, “Chapeuzinho Vermelho” e “Os Irmãos Karamazov”, os alunos exercitaram a identificação de cada tipo de narrador.

Ainda no mesmo mês, o foco se voltou para os quatro tipos principais de personagem: protagonista, antagonista, deuteragonista e figurante. Após assistir a um vídeo explicativo, os estudantes exploraram o acervo da biblioteca em uma “Roda de Livros Clássicos”, buscando os diferentes perfis em obras como “Aladim”, “A Bela e a Fera” e “Mágico de Oz”. A atividade foi encerrada com o fechamento da prática.

Em junho, as aulas abordaram o elemento espaço no gênero narrativo, com a exibição do vídeo “O que é espaço no gênero narrativo”. Maria Laura explicou os conceitos de Espaço Físico, Espaço Social e Espaço Psicológico, e para fixar o conteúdo, propôs a atividade “Basquete do Espaço”, onde os alunos, de forma lúdica, tentavam acertar o “Cesto do Gênero Narrativo”.

A bibliotecária consultora, Maria das Graças Garcia, contribuiu para a estruturação das atividades, que visam proporcionar aos alunos habilidades de leitura e análise crítica de textos, além do estímulo à apreciação literária.

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Oficinas de Literatura 2025 da Biblioteca Comunitária AMA-Me impulsionam o Conhecimento em Ipuã

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A Biblioteca Comunitária AMA-Me, que integra o Núcleo do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM) em Ipuã, promoveu um mês de abril repleto de atividades criativas e educativas por meio de suas Oficinas de Literatura 2025. O foco das oficinas foi aprofundar o conhecimento dos alunos nos gêneros literários, sob a condução da responsável pela biblioteca, Maria Laura Ferro, com o apoio da bibliotecária consultora Maria das Graças Garcia.

As atividades tiveram início com um questionário diagnóstico para avaliar os conhecimentos prévios dos participantes de 2024. Durante a integração, os  novos alunos que ingressaram no IORM receberam orientações importantes sobre o funcionamento da biblioteca, incluindo a organização do acervo e o sistema de empréstimos.

Um dos pontos altos das oficinas foi a explicação detalhada das partes que compõem um livro, utilizando faixas ilustrativas. Termos como capa, contracapa, miolo, lombada, ficha catalográfica, folha de rosto, sumário, autor, título e editora foram apresentados de forma prática e contextualizada, promovendo uma leitura mais consciente e facilitando a compreensão estrutural das obras.

Os alunos do Projeto Usina da Dança participaram ativamente da oficina dedicada ao gênero narrativo, explorando seus cinco elementos fundamentais: narrador, personagem, espaço, tempo e enredo. A abordagem combinou teoria e ludicidade, com a exibição de um vídeo introdutório e a realização da atividade “Caça aos Cinco Elementos Narrativos”, que transformou a biblioteca em um ambiente de descoberta e interação. Ao final da atividade, cada aluno recebeu cinco balas, simbolizando os cinco elementos, e fixou faixas com os conceitos trabalhados na parede expositora.

As Oficinas de Literatura da Biblioteca Comunitária AMA-Me reforçam o compromisso do IORM com o desenvolvimento pessoal e coletivo, estimulando o gosto pela leitura e a compreensão crítica dos textos.  A ação integra o Plano Anual Agenda Cultural 2025, uma realização do Ministério da Cultura e do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça.

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Programação de setembro da Biblioteca Comunitária AMA-Me teve até Sarau

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Você já teve a oportunidade de participar de um sarau? Os alunos da Oficina de Literatura da Biblioteca Comunitária Armanda Malvina Mendonça do núcleo do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça – IORM de Ipuã, já. Eles participaram do Sarau Lírico promovido no mês de setembro.

“A origem da palavra sarau deriva do latim seranus / serum, termo que faz referência ao entardecer ou ao pôr do sol. Justamente por ter esta etimologia, é uma convenção realizar os saraus durante o fim da tarde ou noite. Este tipo de evento era muito comum durante o século XIX. É um evento cultural realizado por um grupo de pessoas com o intuito de expressar seus talentos artísticos.  O sarau pode envolver apresentações de dança, poesia, música, teatro, leitura e muito mais.”, explica a Bibliotecária consultora, Maria das Graças Garcia.

O sarau, promovido nos períodos da manhã e da tarde, foi parte da intensa programação das Oficinas. A responsável pela Biblioteca, Maria Laura Ferro, coordenou e dirigiu os alunos no processo criativo do evento e atuou como Mestre de Cerimônia.

“Os alunos selecionaram para as apresentações poesias de livros do acervo, montaram o cenário e ajustaram o microfone. As apresentações foram organizadas em solo, duplas e trios. Com desempenho elogiável, os alunos chegaram a memorizar os poemas para interpretação, com leveza e desenvoltura.”, conta  Maria Laura.

A plateia assistiu com Leque Lírico, confeccionado pelos alunos e nele escreveram Sarau Lírico. O objeto foi utilizado para o abano refrescante durante as apresentações realizadas no ambiente literário.

 

 

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Oficinas de Literatura da Biblioteca AMA-ME despertam sensibilidade dos alunos para o gênero lírico

Oficinas de Literatura da Biblioteca AMA-ME

Despertar a sensibilidade de que o gênero lírico requer para ser manifestado e interpretado. Essa foi a abordagem das Oficinas de Literatura oferecidas pelo Projeto Agenda Cultural 2024, durante o mês de agosto na Biblioteca Comunitária Armanda Malvina Mendonça – AMA-ME, no núcleo do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça de Ipuã.

As Oficinas de Literatura deram início à abordagem do Gênero Lírico. “A primeira atividade proposta foi o despertar do tato e olfato. Os alunos receberam um creme para passar nas mãos e acompanharam as sensações provocadas. Assistiram ao vídeo introdutório com definições de poesia e suas principais características, como título, autor, verso, estrofe e rimas.”, conta Maria Laura Ferro, responsável pela Biblioteca.

Avançando nas atividades, os alunos foram convidados a participar do “Varal de Definição do Gênero Lírico”. No varal instalado no IORM, os alunos penduraram a definição, importante, no ato de escrever. Eles alternassem as cores da caneta a cada palavra escrita, para um desperta da atenção e do envolvimento.

“Em uma outra atividade, explicamos que a palavra “lírico” vem de lira, instrumento musical utilizado pelos gregos a partir do século VIII a.C. A canção que era entoada ao som da lira recebia o nome de “lírica”.  Para ilustrar essa informação, distribuímos aos alunos uma gravura colorida do instrumento lira para recorte e fixação do conceito. Eles também receberam uma cópia do poema A Bailarina, da escritora Cecília Meireles e assistiram a vídeo lúdico com a declamação, leram o poema e procuraram as rimas no texto.”, destaca Maria das Graças Garcia, Bibliotecária Consultora.

Marcando a programação de agosto, mês que celebrou o aniversário de primeiro ano da Biblioteca Comunitária AMA-ME, no dia 30, alunos e educadores receberam o Grupo Balaio de Doi2 que apresentou Uma Palavra Puxa a Outra com o recitador de poesia e escritor Paulo Netho e o músico Salatiel Silva. O encontro foi muito aplaudido e repleto de poemas, música e alegria.

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IORM comemora com muita música o primeiro ano da Biblioteca Comunitária AMA-Me de Ipuã

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Nem parece que já faz um ano que a Biblioteca Comunitária Armanda Malvina Mendonça – AMA-Me foi inaugurada pela fundadora do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça – IORM, Josimara Ribeiro de Mendonça, no núcleo de Ipuã.

A data foi 31 de agosto de 2023 e, desde então, a Biblioteca já atende a 1,5% da comunidade de Ipuã, gratuitamente: são 213 leitores associados, entre eles, alunos assistidos pelos projetos do IORM, educadores, colaboradores do Instituto e membros da comunidade. Em um ano, foram 1.057 empréstimos de livros realizados.

Para comemorar o primeiro ano de funcionamento da Biblioteca, o IORM, preparou uma linda festa, no dia 30 de agosto, com participação do grupo Balaio de Doi2, formado pelo escritor e poeta Paulo Netho e pelo músico Salatiel Silva. O Grupo fez duas apresentações, nos períodos da manhã e tarde, com o show Uma Palavra Puxa Outra.

O repertório envolveu os participantes com poesias, canções próprias e releituras de cantigas de rodas e acalantos que a tradição coroou, “foi literalmente uma festa da palavra falada e cantada.”, destaca a bibliotecária consultora do IORM, Maria das Graças Garcia.

A comemoração contou com as presenças da coordenadora do Conselho do IORM, Maria Inês Marcório Guedes Moreira de Carvalho e do gerente Executivo do IORM Rafael Albuquerque Braghirolli.

No período da manhã, participaram da festa três turmas de alunos da Casa da Criança Armanda Malvina Mendonça e duas turmas da Usina da Dança, além de professores, monitores e da coordenadora Pedagógica da Casa da Criança Valdice Reis e da Coordenadora de projetos do IORM, Janaína Amadeu.

Já no período da tarde, a celebração contou com três turmas da Usina da Dança, professores do IORM e da coordenadora do Projeto Guri Thaís Souza.

A comemoração foi preparada com carinho pela responsável pela Biblioteca, Maria Laura Ferro, que decorou o espaço com balões nas cores do IORM. Os alunos do Projeto receberam bombons para celebrar a data.

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Nas Oficinas Literárias da Biblioteca Comunitária AMA-ME, alunos levaram livros para casa

Oficinas Literárias da Biblioteca Comunitária AMA-ME

Palavras têm muitos significados e há até aquelas que dançam e fazem ballet. Os conteúdos oferecidos aos alunos do Projeto Usina da Dança do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça – IORM, durante os meses de maio e junho pelas Oficinas de Literatura do Plano Agenda Cultural 2024 exploraram toda a força da literatura, por meio de dinâmicas, brincadeiras e jogos, sob orientação da Bibliotecária consultora, Maria das Graças Garcia.

Durante as Oficinas realizadas na Biblioteca Comunitária Armanda Malvina Mendonça no núcleo do IORM de Ipuã, o processo de literatura foi revisado, por meio de palavras que reverberam. Relembraram as ações aplicadas nos primeiros meses, quando os alunos e suas famílias puderam compor palavras com as letras do macarrão sopa de letrinhas que levaram para casa. Teve também o Alfabeto Corporal, a escrita glamourosa, comprovando que com o corpo também é possível escrever a linguagem.

Enfim, nesta nova etapa os alunos receberam uma cópia da história e assistiram ao vídeo baseado no livro O Menino que Aprendeu a Ver. Depois da exibição do vídeo, a responsável pela Biblioteca, Maria Laura Ferro, recolheu a cópia da obra e distribuiu folhas para os alunos com a questão: o que é literatura. Os alunos também registraram no papel três palavras que remetiam à história. No fechamento da oficina, as cinco palavras previamente impressas: ver, ler, aprender, menino e escola, que remetem ao livro lido, foram fixadas na parede por grupos de alunos.

Gênero narrativo

Entre as oficinas realizadas, visando ao entendimento do gênero narrativo e com o apoio do vídeo, os alunos fizeram a leitura da fábula de Esopo A Galinha Ruiva, que aborda a importância do trabalho em equipe. Os alunos foram convidados a vivenciar a história de forma surpreendente: eles tiveram que descascar sabugos de milho, como trabalho coletivo, para, só então, degustarem um bolo de milho de maneira fraterna. “Deste modo, falamos sobre a materialidade da obra para poder ter um contexto visível e apreciável”, afirma Laura.

Em outra prática, com o intuito de memorização e experimentação, a responsável da Biblioteca entregou para cada aluno um marcador de sulfite em branco. Após leitura do banner acadêmico, os alunos escreveram no marcador gênero narrativo. O marcador foi levado pelos alunos no livro que seria emprestado.

Na sequência desta oficina, vários títulos foram apresentados para escolha de cada aluno. A mensagem foi clara: os alunos receberam o direcionamento para olhar o livro em suas casas, prestando atenção à capa e a toda a história. Eles tiveram como tarefa deixar o livro exposto no lar em algum lugar de sua preferência, então registraram o livro em foto e enviaram para a Biblioteca. Para que os alunos identificassem os diferentes títulos dos livros apresentados, a Oficina propôs ainda a prática da mímica do título do livro emprestado, brincadeira que valoriza o livro e o diversificado acervo do espaço cultural.

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Núcleo Ipuã do IORM dá prosseguimento às Oficinas de Literatura na Biblioteca AMA-ME, em abril

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Com várias atividades que uniram o brincar e o aprender, os alunos do Núcleo Ipuã do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça – IORM, participaram de várias etapas das Oficinas de Literatura oferecidas na Biblioteca Comunitária Armanda Malvina Mendonça – AMA-ME, durante o mês de abril.

A primeira das atividades do mês foi um convite para que os alunos observassem onze balões dourados fixados na parede da Biblioteca, compondo as letras que formam as palavras ballet e dança. Cada aluno recebeu folha sulfite, cola branca líquida e glitter em pó dourado para registrarem as duas palavras. A ação teve o objetivo de propor a experimentação e o prazer de escrever palavras muito usadas no curso ao qual se dedicam. Como forma de valorizar a iniciativa, o  trabalho produzido pelos alunos permaneceu por duas semanas em exposição no Núcleo Ipuã.

No segundo encontro do mês, os alunos da Usina da Dança puderam assistir ao vídeo de boas-vindas com a coordenadora artística do IORM, Valéria Pasetto. Baseada no banner acadêmico, Valéria apresentou as definições de oficina, literatura e os três gêneros literários: narrativo, lírico e dramático, unindo em sua fala dança e literatura. A responsável pela Biblioteca, Maria Laura Ferro, apresentou aos alunos os temas que serão abordados durante o ano.

Cada aluno recebeu um exemplar do livro O Menino que Aprendeu a Ver, da autora Ruth Rocha. Com o apoio do vídeo, a sala foi preparada para acompanhar a leitura da obra. Durante o exercício Gatilho Lúdico, os alunos foram orientados a fechar os olhos com as mãos e a retirarem esse tipo de venda, quando Maria Laura falou Ação, dando início à leitura.

Em outra prática, com o intuito de memorização e experimentação de escrita, foram abertas faixas de papel Kraft e cada aluno escreveu com giz de cera e canetinhas coloridas os três gêneros: narrativo, lírico e dramático. Para finalizar de maneira expositiva penduram a Faixa dos Gêneros Literários no ambiente do IORM. As atividades foram orientadas pela bibliotecária consultora, Maria das Graças Garcia.

Esta ação integra o Plano Anual Agenda Cultural 2024 – PRONAC 235686, realizado pelo Ministério da Cultura e Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça

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