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Cia Usina da Dança

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Quinta videoaula gratuita lançada pela Cia. Usina da Dança aborda construção de presença cênica

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Conteúdo já está disponível no YouTube e propõe uma investigação corporal inspirada na técnica Klauss Vianna, ampliando o acesso a práticas formativas em dança.

A Cia. Usina da Dança, núcleo artístico do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM), dá continuidade ao seu percurso formativo de aprendizagem com o lançamento de uma nova videoaula gratuita, já disponível no YouTube. A iniciativa integra a série de conteúdos digitais da Companhia e reafirma o compromisso do IORM com a promoção da educação por meio da arte, ampliando o acesso a experiências que unem corpo, criatividade, sensibilidade e transformação social.

Nesta nova aula, a proposta convida estudantes, educadores, artistas e pessoas interessadas em movimento a investigar a construção da presença cênica a partir de uma organização corporal verticalizada, inspirada na técnica Klauss Vianna. A prática parte da escuta do próprio corpo e da percepção de seus apoios, com atenção especial à distribuição do peso nos pés e à ativação de vetores que atravessam a estrutura corporal.

Ao longo da vivência, os participantes são orientados a reconhecer relações fundamentais para a presença em cena, como joelhos relançados, púbis ascendente e escápulas em direção ao solo. Esses elementos contribuem para uma percepção mais integrada do corpo, favorecendo a estabilidade, a disponibilidade para o movimento e a abertura para estados de criação mais conscientes e expressivos.

“Muito além de uma sequência técnica, a videoaula propõe um campo de investigação sensível sobre o modo como o corpo se organiza, se sustenta e se relaciona com o espaço. A partir dos Estados de Atenção — a si, ao espaço e à cena —, a prática aproxima percepção, presença e improvisação, convidando cada participante a atualizar continuamente sua escuta corporal para sustentar uma experiência viva, dinâmica e não cristalizada.”, reflete a Coordenadora Artística da Usina da Dança, Valéria Pasetto.

A presença cênica é compreendida como uma construção que nasce da relação entre consciência corporal, atenção e disponibilidade. Ao perceber seus apoios, seus vetores internos e sua relação com o ambiente, o corpo amplia suas possibilidades de expressão e se torna mais preparado para responder ao presente, criando movimentos com maior autonomia, qualidade e intenção.

Disponibilizada gratuitamente em ambiente digital, a série de videoaulas da Cia. Usina da Dança fortalece o acesso democrático ao conhecimento em dança e amplia o alcance dos processos formativos desenvolvidos pela Companhia. A iniciativa permite que diferentes públicos vivenciem práticas corporais de qualidade em seus próprios contextos, aproximando a arte de trajetórias diversas e reafirmando seu papel como ferramenta de aprendizagem, criação e transformação.

Com a nova videoaula, a Cia. Usina da Dança reforça sua atuação como espaço de formação artística, experimentação e compartilhamento de saberes, em sintonia com a missão do IORM de preparar crianças, jovens e comunidades para a vida por meio da arte, da cultura e da educação.

Serviço

Videoaula: Construção de presença cênica
Realização: Cia. Usina da Dança, núcleo artístico do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM)
Acesso: gratuito
Disponível em: YouTube

 

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Cia. Usina da Dança lança nova videoaula gratuita sobre experiências sensoriais

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A Cia Usina da Dança, núcleo artístico do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça – IORM, dá continuidade ao seu percurso formativo de aprendizagem com o lançamento de uma nova videoaula gratuita, já disponível no YouTube. Nesta etapa, a proposta mergulha em um território profundamente sensorial, no qual o corpo reconhece antes mesmo da mente. O toque, aqui, aparece como linguagem, caminho de escuta e possibilidade de presença.

Mais do que uma atividade de percepção, a aula convida cada participante a investigar as sensações que nascem do contato com a própria pele, com o espaço e com as superfícies ao redor. A partir das texturas palpáveis, o exercício estimula uma resposta tátil imediata, permitindo perceber qualidades como maciez, aspereza, frio, calor, rugosidade, lisura ou aderência.

Na vivência sensorial proposta pela videoaula, os participantes são orientados a explorar, em um primeiro momento, a textura da pele em diferentes partes do corpo. Essa escuta sensível amplia a consciência corporal e fortalece a relação entre percepção, movimento e presença. Em uma segunda etapa, a prática se expande para o ambiente, convidando o corpo a reconhecer as texturas do espaço e a transformar essas descobertas em experiência artística.

“Essa atividade reforça princípios que fazem parte da identidade da Cia Usina da Dança: compreender a dança como espaço de criação, expressão, investigação e transformação. Ao propor uma prática acessível e sensível, a videoaula amplia o alcance dos processos formativos desenvolvidos pela Companhia e contribui para democratizar o acesso ao conhecimento em dança.”, destaca a Coordenadora Artística do IORM, Valéria Pasetto.

A série de videoaulas integra as ações da Cia Usina da Dança e dialoga com o compromisso do IORM de promover educação através da arte, fortalecendo experiências que unem corpo, criatividade, sensibilidade e transformação social. Com conteúdos gratuitos e disponibilizados em ambiente digital, a iniciativa permite que estudantes, educadores, artistas e pessoas interessadas em movimento possam vivenciar práticas corporais de qualidade em diferentes contextos.

Neste novo episódio, as sensações aparecem como ponto de partida para uma aprendizagem que passa pelo corpo inteiro. Ao reconhecer texturas, temperaturas e superfícies, cada participante é convidado a ampliar sua escuta, compreender seus próprios limites e descobrir novas formas de se relacionar com o movimento.

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Cia Usina da Dança disponibiliza segunda videoaula gratuita com foco em articulações e consciência corporal

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Dando continuidade à série de videoaulas gratuitas, a Cia Usina da Dança disponibilizou em seu canal institucional no YouTube mais um conteúdo voltado à democratização do acesso ao conhecimento em dança e à arte.

A iniciativa integra as ações de contrapartida social do projeto e busca promover a arte, a criatividade e a expressão corporal por meio de conteúdos acessíveis e de qualidade.

O novo vídeo, intitulado “Explorando as articulações”, propõe uma forma simples e consciente de explorar o corpo a partir das articulações. A prática utiliza movimentos básicos — como círculos, dobrar e girar — para trabalhar ombros, cotovelos, pulsos, coluna, quadril, joelhos e tornozelos. A ideia não é executar o movimento certo ou bonito, mas sentir o próprio corpo, respeitar seus limites e seguir seu próprio ritmo. Aos poucos, o corpo vai ficando mais solto, o movimento mais leve e natural, e as articulações começam a se conectar, fazendo o corpo todo se movimentar de forma mais livre. Assim, o movimento deixa de ser apenas técnico e se transforma em uma experiência criativa, contribuindo para a consciência corporal, a mobilidade e a expressão.

📹 Link da videoaula

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Cia Usina da Dança aprofunda processo formativo com workshop voltado à técnica, criação e presença

Cia Usina da Dança – Workshop

Cia Usina da Dança - Workshop

Conduzida por Daiana Carvalho, atividade integrou as ações estruturantes do projeto e
ampliou investigações sobre corpo, território e processos contemporâneos de criação

A Cia Usina da Dança — Ano 2 deu continuidade ao seu percurso de formação artística com a realização de um workshop voltado ao desenvolvimento técnico e criativo de bailarinos e professores do grupo. A atividade integrou as ações estruturantes do projeto e reforçou o compromisso da Companhia com a qualificação contínua de artistas que não sejam apenas executores de movimento, mas também criadores, em diálogo com a proposta institucional da Cia Usina da Dança de constituir-se como núcleo de pesquisa, criação e formação artística e cultural. 

Conduzidos por Daiana Carvalho, os encontros aconteceram em formato online nos dias 18 e 23 de março e, posteriormente, de forma presencial, nos dias 9 e 10 de abril, ampliando o alcance da proposta formativa e fortalecendo as pesquisas desenvolvidas pela Companhia. Mestra em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), bacharel em Dança e licenciada em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Daiana é artista-educadora, pesquisadora e criadora em dança contemporânea, com trajetória marcada pela criação coletiva e pela investigação das relações entre corpo, presença e participação.

Ao longo do processo, a artista convidada compartilhou com o grupo uma abordagem ao mesmo tempo sensível e vigorosa, alinhada às práticas contemporâneas da dança. Entre os eixos conduzidos por Daiana estiveram as chamadas práticas de coragem”, proposições que estimulam estados de disponibilidade, escuta e risco como impulsos para a criação. A partir dessas experiências, os participantes foram convidados a ampliar sua percepção sobre o corpo, o espaço e os modos de composição possíveis dentro e fora da sala de trabalho.

Um dos momentos centrais do workshop foi a ocupação das ruas da cidade pelos integrantes da Companhia. Nessa vivência, bailarinos e professores foram provocados a apresentar o território por meio do corpo em movimento, deslocando-se de um espaço de controle para um ambiente de instabilidade. A rua passou, então, a ser compreendida como campo de atenção ampliada, porosidade e presença, abrindo novas camadas de investigação para o processo criativo.

Inspirada por referências como Eleonora Fabião e pela arte da ação e da performance, a proposta partiu da ideia de cartografia sensível, na qual caminhar se transforma em procedimento criativo. Questões aparentemente cotidianas, como a forma de atravessar a rua, a relação com o outro, o sustentar do olhar e a escuta dos fluxos do entorno, passaram a compor um campo de investigação corporal e estética.

Durante a experiência, os participantes desenvolveram protocolos de ação, como acompanhar alguém com os olhos, alterar o ritmo da caminhada e sustentar um estado contínuo de atenção. Esses exercícios permitiram acessar camadas mais profundas de percepção e levaram o corpo a estados de alerta e, em alguns momentos, de exaustão, abrindo espaço para memórias físicas, afetivas e ancestrais. A rua deixou de ser apenas passagem e passou a ser compreendida como dimensão estética e campo de composição.

A vivência também convocou o corpo político, evidenciando a experiência de estar exposto, negociar espaços e lidar com o outro, com o risco e com a diferença. Ao trazer esse material para a sala de criação, a proposta não buscou reproduzir a rua, mas ativar suas forças e reinscrevê-las no processo artístico, ampliando as possibilidades de criação e presença cênica do grupo.

Ao longo do percurso, Daiana Carvalho contribuiu com investigações próprias, especialmente no cruzamento entre corpo, trajetória e presença. Sua atuação se destacou pela escuta, pela articulação entre diferentes linguagens e pela capacidade de sustentar processos colaborativos em um ambiente aberto e plural. A experiência reforçou a potência do encontro entre artistas com trajetórias diversas e consolidou a proposta da Cia Usina da Dança de investir em processos que valorizam o coletivo sem abrir mão das singularidades.

Mais do que uma atividade pontual, o workshop representa um investimento direto no desenvolvimento técnico e criativo dos participantes e uma etapa importante na construção da identidade cênica da Cia Usina da Dança. A ação reafirma o papel da Companhia como espaço de pesquisa, criação e troca, no qual a dança se afirma como linguagem contemporânea, campo de pensamento e prática de transformação sensível.

A iniciativa integra o Projeto Cia Usina da Dança, realizado pelo Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça e pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria.

 

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Cia Usina da Dança amplia acesso à arte com lançamento de videoaulas gratuitas no YouTube

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Com o objetivo de ampliar o acesso ao conhecimento em dança e democratizar conteúdos artísticos e pedagógicos, a Cia Usina da Dança está produzindo uma série de videoaulas gratuitas disponibilizadas em seu canal institucional no YouTube. Ao todo, serão lançados oito vídeos com aulas gravadas, voltados a pessoas interessadas em dança e ao público em geral.

A iniciativa integra as ações de contrapartida social do projeto e busca promover a arte, a criatividade e a expressão corporal por meio de conteúdos acessíveis e de qualidade.

Já está disponível a videoaula “Improvisação: Despertando movimentos através das palavras”, que propõe uma experiência de improvisação em dança baseada em estímulos sensoriais e na temática da água. A atividade convida o corpo a explorar memórias, sensações e diferentes qualidades de movimento, como leveza, fluxo, pausa e resistência, valorizando a criação no presente, com liberdade, expressão e escuta corporal.

Assista, compartilhe e acompanhe os conteúdos no canal:

 

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FORMAÇÃO FORTALECE A ARTE, O CORPO E A IDENTIDADE DA CENA: IORM oferece imersão em ballet na contemporaneidade para a Cia Usina da Dança

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Com a condução da pesquisadora Angela Nolf, o workshop propõe uma escuta sensível do corpo e repensa o balé para além de códigos rígidos, unindo técnica e sensibilidade. 

 

O Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM) segue investindo de forma contínua na formação artística e humanística dos integrantes da Cia Usina da Dança – Ano 2. Como parte das ações estruturantes do projeto, os bailarinos vivenciaram recentemente um profundo workshop formativo conduzido pela artista, pesquisadora e professora Angela Nolf, especialista em Ballet na contemporaneidade,  um nome reconhecido por sua trajetória dedicada ao estudo do movimento, da pedagogia da dança e das intrínsecas relações entre técnica e criação.

Nos dias 4, 5 e 6 de março, a sede da Cia, em Ribeirão Preto, transformou-se em um verdadeiro laboratório de reflexão e prática. O encontro presencial foi o ápice de um processo que já havia se iniciado no dia 25 de fevereiro, em formato online, promovendo uma primeira e fundamental aproximação entre a artista e o grupo. O foco? Pensar o corpo, a técnica e os modos de vivenciar o balé na contemporaneidade.

Com uma abordagem marcadamente contemporânea, Angela Nolf propôs aos intérpretes uma escuta mais sensível de seus próprios corpos. O objetivo foi ampliar a consciência do movimento e expandir as possibilidades expressivas de cada bailarino. A bagagem da professora, que inclui atuação como docente na UNICAMP e ricas experiências nacionais e internacionais, foi o alicerce para essa prática artística e pedagógica transformadora.

Durante a imersão, os participantes foram convidados a um exercício de desconstrução: refletir sobre o balé para muito além de seus códigos rígidos e históricos, passando a compreender a técnica não como uma amarra, mas como uma potente ferramenta de investigação e expressão. As vivências corporais exploraram princípios essenciais como a respiração, a percepção espacial, o apoio, o peso e a integração do movimento. O resultado foi a promoção de uma conexão mais consciente e integral com o corpo.

O primeiro dia de encontro presencial foi marcado por uma roda de conversa instigante, que trouxe à tona questionamentos vitais sobre os códigos da dança e suas infinitas possibilidades dentro do pensamento contemporâneo. Nos dias que se seguiram, a prática corporal cuidou de aprofundar essas reflexões, incentivando cada bailarino a buscar e encontrar a sua própria verdade no movimento.

Através de exercícios que partiram do chão e evoluíram até a barra, o trabalho destacou aspectos fundamentais como o aterramento, a consciência das articulações, a estabilidade da pelve e a integração do corpo como um todo indivisível. Foi uma proposta que, de forma brilhante, aproximou o balé de uma dimensão muito mais humana, provando que técnica e sensibilidade não apenas podem, mas devem caminhar juntas.

O workshop se consolidou como um potente espaço de troca, escuta e experimentação. Ele ampliou o olhar dos participantes sobre a técnica do balé e suas reais possibilidades na cena contemporânea. Os relatos colhidos evidenciam uma maior conexão dos bailarinos consigo mesmos e uma notável ampliação da percepção corporal ao longo de todo o processo.

Mais do que um evento isolado, a experiência reforça o compromisso inabalável do Instituto ORM com uma formação artística que seja consistente, sensível e, acima de tudo, transformadora. É um investimento que contribui diretamente para o desenvolvimento técnico e criativo, sendo peça-chave na construção da identidade cênica da Cia Usina da Dança.

Esta ação integra o Projeto Cia Usina da Dança, realizado pelo Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça e pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

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Cia. Usina da Dança lança Glossário de Ballet Acessível para iniciantes e amplia Inclusão na Dança para deficientes

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O Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM), por meio da Cia. Usina da Dança, celebra um avanço significativo em sua missão de promover uma arte mais inclusiva e acessível: o lançamento do Glossário de Ballet Acessível – Nível Iniciante. Este material, composto por 22 videoaulas gratuitas, está agora disponível publicamente e foi desenvolvido para apoiar a compreensão dos movimentos e fundamentos básicos do ballet, inicialmente focado em pessoas com deficiência visual.

O Glossário, idealizado por Valéria Pasetto, Coordenadora Artística do IORM, com auxílio de sua equipe, foi abraçado pelos integrantes da Cia. Usina da Dança e adaptado para se tornar ainda mais acessível. Com o apoio das professoras Márcia e Luane, que realizaram edições focadas na acessibilidade utilizando banco de horas, o material agora inclui audiodescrição, alinhando-se à proposta de uma aula introdutória de ballet para cegos.

A dança inclusiva, ou dança para deficientes, é reconhecida como ferramenta poderosa de inclusão social e desenvolvimento físico e mental. Entre os benefícios, destacam-se a melhora da coordenação motora e equilíbrio, aumento da consciência corporal, desenvolvimento da percepção espacial, estímulo à socialização e interação, melhora da autoestima e autoconfiança, e redução do estresse e ansiedade, além de estimular a criatividade e a expressão.

Valéria Pasetto expressa sua gratidão pelo empenho contínuo da equipe em tornar a dança do IORM “cada vez mais plural e sensível às diferentes formas de perceber o mundo”. Este lançamento representa um passo significativo no compromisso do IORM com uma arte mais inclusiva, sensível e democrática. O IORM busca ampla divulgação deste material, que pode ser acessado no canal do Youtube do Instituto.

A Cia. Usina da Dança é o núcleo artístico do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM), dedicada a promover a dança como forma de expressão, criação e transformação, com foco na humanização e democratização da arte.

Acesse a Playlist do Glossário de Ballet Acessível – Nível Iniciante

 

 

Régua Proac

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Cia. Usina da Dança do IORM abre 1º Simpósio de Educação de Orlândia com reflexão sobre cultura de Paz

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A Cia. Usina da Dança do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM) participou da cerimônia de abertura do 1º Simpósio de Educação de Orlândia, realizado em 10 de julho na Etec Paula Sousa, atendendo ao convite da Secretária Municipal da Educação, Dileia Ribeiro de Oliveira Filtre. O evento, que teve como tema “Violência nas escolas: como disseminar a cultura de paz”, promoveu reflexões e trocas fundamentais para o fortalecimento da educação pública.

A coreografia “Travessias”, apresentada pelos intérpretes-criadores Jéssica Soares, Karen Aparecida dos Santos Pedro, Octávio Riul, Robert Henrique e Tiago Figueiredo da Cia. Usina da Dança, sob a mediação da professora Vivian Vinha e direção artística de Valéria Pasetto, propôs uma profunda reflexão sobre as transformações da vida. A dança utilizou as mãos como símbolo de expressividade e contato afetivo, onde o indivíduo se torna coletivo, ensaiando modos de existir juntos de forma colaborativa e harmônica.

A obra, que se baseia na integração entre dança e música, convidou a plateia a questionamentos como: “Quais belezas nosso olhar tem registrado? O que estamos ajudando a ser visto? Quais travessias ainda nos deixam ‘mudos de beleza’? Como o pesado pode se transformar em leveza?”. A apresentação encerrou com a mensagem de que “os encontros de nossas travessias possam provocar em nós a transformação, e sensibilizar o outro para caminharmos juntos”.

A Cia. Usina da Dança, sediada em Ribeirão Preto, é uma realização do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça. O projeto se fundamenta no programa Usina da Dança, alicerçado em quatro pilares: Arte Educação, Educação Somática, Teoria da Complexidade e Intertransdisciplinaridade.

“A Companhia é um núcleo artístico do IORM, dedicada à valorização da dança como expressão artística e ferramenta de transformação social, com foco na formação de intérpretes-criadores. Com o interesse de se distanciar de um lugar da dança estereotipado, a Cia. valoriza o potencial expressivo e artístico de cada integrante, chamados de intérpretes-criadores”, destaca Valéria.

Programação

O Simpósio teve início com a palestra do escritor e palestrante Eduardo Shinyashiki, seguida pela educadora e especialista em gestão escolar Jane Haddad. Entre as autoridades presentes na abertura, estavam o prefeito municipal de Orlândia, Gabriel Thor, e os vereadores Antonio Carlos Leite, representando o legislativo municipal, Luis Donizeti da Cruz (Ratinho) e Vitor Fávaro Tonetto (Vitim Fávaro), a chefe de Gabinete Papoula de Almeida Taveira Alves; o Secretário Municipal de Infraestrutura Urbana, Leonardo Donizetti Alves; além de gestores de escolas e entidades do Terceiro Setor de Orlândia e região.

“Saudamos a iniciativa da Prefeitura de Orlândia de propor um evento dedicado para discutir os rumos do ensino oficial. Nós, do IORM, temos a missão de contribuir para formação dos cidadãos do presente e do futuro. E a educação é uma dimensão central da cidadania. Estamos unidos aos educadores, à família e à sociedade para avançarmos nessa tarefa”, afirma a coordenadora do Conselho do Instituto, Maria Inês Marcório Guedes Moreira de Carvalho.

Régua Proac

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Cia. Usina da Dança leva arte para mais de 130 alunos da rede pública de ensino em Ribeirão Preto

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A Cia. Usina da Dança, projeto do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM), concluiu com sucesso o ciclo de Workshops Culturais em escolas municipais de Ribeirão Preto. O encerramento foi marcado pela apresentação da célula coreográfica “Partituras Coreorítmicas”, que proporcionou uma experiência imersiva e poética para cerca de 130 alunos do ensino fundamental.

As disseminações de arte, cultura e cidadania ocorreram nas EMEFs Sebastião de Aguiar Azevedo, localizada no Bairro Ipiranga, em 24 de junho, e Maria Ignez Lopes Rossi, no Bairro Manoel Penna, em 26 de junho. Os workshops foram mediados pelos professores Daniela Gatti e Divanir Gattamorta, do Departamento de Artes da Universidade de Campinas – Unicamp e contaram, também, com dinâmica criativa conduzida pela professora de Dança Contemporânea do IORM Vivian Vinha, com grande envolvimento da comunidade escolar.

A célula coreográfica “Partituras Coreorítmicas” é um projeto cênico desenvolvido exclusivamente para a Cia. Usina da Dança, com a mediação de especialistas do Núcleo de Dança Redes da Universidade de Campinas (Unicamp) e da escola Nova Música, da Universidade Luterana do Brasil.

As apresentações cativaram crianças, professores e gestores, pela proposta inovadora que harmoniza dança e música. Um dos momentos de maior impacto foi a dinâmica com tecidos, que estimulou novas formas de expressão corporal, despertando a imaginação e o potencial criativo dos participantes.

O elenco, composto pelos intérpretes-criadores Jéssica Soares, Karen Pedro, Octávio Riul, Rafaela Lebre, Robert Henrique e Tiago Figueiredo, atuou sob a direção artística de Valéria Pasetto.
A Cia. Usina da Dança é voltada para a experimentação de uma linguagem diferenciada e humanizada, por meio do desenvolvimento de um processo autoral, alicerçada aos conceitos de estética e poética do Programa Usina da Dança do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça.

Esta ação, que contou com o apoio da Secretaria de Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, integra as contrapartidas sociais do projeto e reforça o compromisso do IORM em democratizar o acesso à cultura e promover o desenvolvimento humano por meio da arte.

 

Régua Proac

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Cia. Usina da Dança do IORM expande ações e leva arte e inclusão a mais escolas municipais de Ribeirão Preto

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A Cia. Usina da Dança (Cia UD), do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM), deu continuidade aos seus Workshops Culturais, alcançando a EMEF Professor Jarbas Marsullo no dia 12 de junho. A atividade reuniu aproximadamente 70 alunos do 6º ano, além de professores, educadores, gestores e equipe de apoio, proporcionando uma experiência artística e formativa.

O workshop foi iniciado com diálogo e reflexão sobre os processos criativos da obra, seguido pela apresentação artística da célula coreográfica “Trajetos Flutuantes”, criada por Joseph Lopes, professor de Balé Consciente da companhia. Os bailarinos-intérpretes Jéssica Soares, Karen Aparecida dos Santos Pedro, Octávio Riul, Rafaela Lebre, Robert Henrique e Tiago Figueiredo performaram a obra, sob a mediação da professora Vivian Vinha e direção artística de Valéria Pasetto, coordenadora artística do IORM.

A viabilidade logística da atividade foi atestada pela visita técnica prévia, realizada em 23 de maio, conduzida por Vivian Vinha e o secretário administrativo e fotógrafo Marco Pires, que avaliaram os espaços. Os representantes da Cia. Usina da Dança foram recebidos pela gestora da unidade, Maria das Graças Sant’Anna Zavarizzi.

O ciclo de Workshops Culturais continua em mais duas escolas municipais de Ribeirão Preto. Na manhã do dia 24 de junho, foi apresentada para a comunidade da EMEF Sebastião de Aguiar Azevedo, do Bairro Ipiranga, célula coreográfica mediada por Daniela Gatti e Divanir Gattamorta, com dinâmica conduzida pela professora Vivian Vinha, imergindo os participantes nos processos criativos.

A mesma apresentação será realizada na manhã de 26 de junho na EMEF Profª. Maria Ignez Lopes Rossi, no Bairro Manoel Penna, fortalecendo a missão da Cia. Usina da Dança de levar arte, cultura e formação cidadã aos espaços educativos, promovendo encontros que despertam sensibilidade, criatividade e pertencimento.

“Os Workshops Culturais reafirmam o compromisso do projeto com as ações educativas de contrapartida sociocultural, democratizando o acesso às artes e à cultura. A iniciativa visa acolher e estimular a participação de diversos públicos nos processos criativos.”, destaca a diretora artística da companhia, Valéria Passeto.

Régua Proac

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