Projetos que
transformam vidas
Em 2025, o IORM tocou o coração e transformou a realidade de milhares de pessoas através da arte, cultura e educação.
Uma menina que aprendeu a dançar. Um menino que descobriu a música. Uma adolescente que se viu representada em um espetáculo. Uma criança que entrou em uma biblioteca e encontrou um mundo inteiro de possibilidades.
Investir no IORM é investir em sonhos que se tornam reais, em potencial que se transforma em realidade, em vidas que ganham cor, ritmo e esperança.
Usina da Dança
Imagine uma criança que nunca ouviu aplausos. Que nunca sentiu o calor de um holofote.
Que nunca acreditou que seu corpo pudesse ser instrumento de beleza e expressão.
Agora imagine essa criança em um palco, dançando com segurança, com graça, com a certeza de que ela importa. Isso é o que a Usina da Dança faz todos os dias. Em 2025, 534 crianças e adolescentes participaram do Projeto Usina da Dança. Isso representa um aumento de 43 vidas em relação a 2024.
Esses números significam 534 famílias que viram seus filhos descobrirem uma paixão. 534 histórias de autoconfiança construída. 534 razões para acreditar que o futuro pode ser diferente. Distribuídas em quatro municípios, essas crianças receberam formação em Ballet, Jazz, Contemporâneo, Música e Convivência Artística Cultural. Mais do que técnica; a Usina da Dança promove autoconhecimento, respeito mútuo, trabalho em equipe… ensina a sonhar em coletivo.
Nossas Bibliotecas
As Bibliotecas do Sistema Energia do Conhecimento oferecem prateleiras cheias de livros e
abrem portas para mundos que, de outra forma, permaneceriam inacessíveis a grande parte das crianças e adolescentes.
Biblioteca Energia do Conhecimento
A Biblioteca Energia do Conhecimento, em Guaíra, é mais que um prédio com livros. Com 2.387 associados, ela é um ponto de encontro, um espaço de segurança, um lugar onde a comunidade se reconhece. Em 2025, a biblioteca registrou 876 pessoas participando de sessões de contação de histórias. Imagine: 876 pessoas sentadas, escutando, viajando através das palavras.
Muitas delas, talvez, pela primeira vez em suas vidas. E não é apenas ouvir; é participar, é imaginar, é se ver representado nas histórias. Os 790 empréstimos realizados revelam algo profundo: as pessoas estão levando histórias para casa. Estão compartilhando leitura com suas famílias. Estão criando o hábito da leitura. Estão plantando sementes que germinarão em gerações futuras.
Biblioteca Dr. Carlos Antônio Almeida Covas (Miguelópolis)
Há histórias que nos surpreendem. A Biblioteca de Miguelópolis é uma delas. Em 2024, ela registrou 222 pessoas nas contações de histórias. Em 2025, esse número saltou para 828. Quase quadruplicou. O que aconteceu? A comunidade descobriu. As crianças contaram para seus amigos. Os pais viram seus filhos voltando para casa com os olhos brilhando de histórias. E começaram a aparecer.
Começaram a trazer seus pequenos. Começaram a acreditar que a leitura e a arte importam. Os 887 empréstimos em 2025 (comparados aos 225 de 2024) são a prova de que a semente plantada está germinando. As pessoas estão lendo. Estão compartilhando. Estão transformando suas vidas através da palavra.
Biblioteca Armanda Malvina de Mendonça – Ama-Me (Ipuã)
A biblioteca do Núcleo Cultural do IORM em Ipuã conta com 365 leitores associados. Em 2025, um total de 452 pessoas participaram de contações de histórias e 609 empréstimos foram realizados. Números que falam de uma comunidade que se sente acolhida e importante.
Oficinas de Literatura
Histórias que inspiram. Nossas bibliotecas fazem mais que emprestar livros. Elas ensinam. Elas inspiram.
Nossas bibliotecas fazem mais que emprestar livros. Elas ensinam. Elas inspiram. As Oficinas de Literatura, oferecidas em 2025, atenderam 162 crianças e adolescentes. Esses jovens não apenas leem; eles escrevem. Eles criam.
Eles descobrem que sua voz importa, que suas histórias merecem ser contadas. Imagine uma menina de 10 anos que nunca havia escrito uma história. Que nunca havia pensado que suas palavras pudessem ser importantes. Agora, em uma oficina de literatura, ela escreve. Ela compartilha. Ela vê o rosto dos colegas se iluminando com suas palavras. Ela descobre que é criadora. Que é artista. Que é importante.
Música: A Linguagem Universal
Há uma criança em Orlândia que toca violão. Há um menino em Ipuã que descobriu a percussão.
Há uma adolescente em Guaíra que canta em um coral. Há um jovem em Miguelópolis que toca trompete.
Os alunos do Projeto Guri oferecidos nos núcleos do IORM encontraram uma linguagem que transcende palavras. Que toca diretamente o coração. Que cura, que inspira, que transforma.
Em 2025, as Oficinas de Música, realizadas em parceria com o Projeto Guri (Organização Santa Marcelina), atenderam 366 crianças e adolescentes. Cada uma delas com acesso a instrumentos de qualidade, a professores dedicados, a um espaço onde a música é celebrada como ferramenta de desenvolvimento humano.
| Município | Instrumentos Oferecidos |
|---|---|
| Orlândia | Percussão, Viola, Violino, Violoncelo, Contrabaixo, Clarinete, Flauta Transversal, Saxofone, Trombone, Trompete |
| Guaíra | Iniciação Musical, Coral, Percussão, Violão |
| Ipuã | Iniciação Musical, Coral, Percussão, Violão |
| Miguelópolis | Iniciação Musical, Fundamentos da Música, Coral, Percussão, Violão |
Cine Energia: Cidadania na tela
Há uma sala em Guaíra onde, a cada semana, histórias são projetadas na tela.
Histórias clássicas. Histórias que fazem pensar. Histórias que provocam discussão. A Sala de Cinema CineEnergia realizou 860 sessões em 2025, atraindo 18.101 pessoas. Imagine: 18 mil pessoas que entraram naquela sala e saíram diferentes. Que viram o mundo através de uma perspectiva nova. Que tiveram seus horizontes expandidos.
Em um país que vê encolher o número de salas de exibição, a existência da Sala de Cinema Cine Energia é símbolo de resistência cultural. Além de projeção de filmes, os Debates Audiovisuais, que combinam a exibição de filmes com discussões críticas, beneficiaram 3.191 alunos, professores e membros da comunidade. Esses debates são espaços onde as pessoas aprendem a pensar criticamente, a questionar, a dialogar. São espaços de formação de cidadania. Nossos Espetáculos: a Comunidade se vê no palco
O Espetáculo vai começar
Há um momento que é indescritível. Quando as luzes se apagam. Quando a música começa.
Quando os bailarinos entram em cena. Há um silêncio que é conexão entre palco e plateia.
Em 2025, o espetáculo “Onde é o nosso lugar?” realizou uma turnê com 12 apresentações nas cidades de Orlândia, Miguelópolis, Guaíra e Ipuã.
O público presencial foi de 4.775 pessoas. Mas a história não termina aí. Através da transmissão ao vivo (streaming), o espetáculo alcançou 11.821 espectadores. Pessoas que, por razões de distância, trabalho ou saúde, não poderiam estar no teatro, mas puderam estar em casa, conectadas, tocadas pela arte. O crescimento da transmissão virtual é uma expansão do alcance da apresentação ao vivo. É a compreensão de que a arte precisa alcançar todos.
Cia Usina da Dança
Quando as luzes se apagam. Quando a música começa. Quando os bailarinos entram em cena.
Um silêncio que é conexão entre palco e plateia.
Em Ribeirão Preto, o IORM criou a Cia Usina da Dança, um núcleo de pesquisa, formação e criação cultural. Composta por 6 bailarinos, a companhia não apenas executa movimentos; ela cria. Ela pesquisa. Ela inova.
A participação da Cia Usina da Dança em palcos de prestígio — Theatro Pedro II (2024) e Teatro Municipal de Ribeirão Preto (2025) — ao lado da Cisne Negro Cia de Dança, é a prova de que o trabalho do IORM alcançou excelência. Que não se trata mais apenas de educação comunitária, mas de produção artística de nível profissional.
A Equipe que faz tudo acontecer
Em 2025, o IORM investiu 301 horas em capacitação. A instituição compreende que você não
pode oferecer excelência sem investir em quem oferece.
Por trás de cada criança que dança, de cada pessoa que lê, de cada espetáculo que emociona, há pessoas. Há professores que acordam cedo e vão para suas salas de aula com paixão. Há bibliotecárias que conhecem cada criança pelo nome. Há produtores que trabalham incansavelmente para que cada detalhe seja perfeito. Em 2025, o IORM investiu 301 horas em capacitação de sua equipe. Isso significa que a instituição compreende algo fundamental: você não pode oferecer excelência sem investir em quem oferece.
(114 horas)
Formação artística e pedagógica
A equipe da Usina da Dança participou de um programa rigoroso de formação mediado pela coordenadora artística Valéria Pasetto. Não era apenas técnica; era filosofia. Era compreensão profunda de como a arte transforma. Era aprendizado sobre Pedagogia dos Retalhos, Teoria da Complexidade, Educação Somática.
(96 horas)
Formação em Mediação de Leitura
A Unicamp foi parceira nesse processo, ajudando a documentar, a sistematizar, a transformar prática em conhecimento que pode ser compartilhado e replicado.
(32 horas)
Gestão cultural e sustentabilidade
As assistentes de biblioteca são mediadoras de sonhos. Em 2025, elas receberam 96 horas de formação contínua, aprendendo sobre contação de histórias, artes cênicas, pedagogia. Porque cada criança que entra em uma biblioteca merece ser recebida por alguém que compreenda o poder transformador da leitura.
A equipe do IORM participou de encontros com o Ministério da Cultura (8 horas) e do Festival ABCR 2025 (24 horas), aprendendo sobre gestão de projetos culturais, captação de recursos, inovação no terceiro setor. Porque o IORM compreende que para transformar vidas, precisa ser sustentável, se desenvolver e inovar continuamente.
Nossa história precisa de você para continuar
Enquanto houver crianças que precisem descobrir seu potencial, enquanto houver comunidades que anseiem por beleza e cultura, enquanto houver esperança no coração humano, o IORM continuará sua missão.
Uma Organização de Transformação Social
IORM, transformando vidas através da arte e educação há mais de 20 anos.
Contato
Administração
iorm@iorm.org.br
Gerente Executivo
rafael.braghiroli@iorm.org.br
Desenvolvimento Institucional
fabiano.martos@iorm.org.br
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